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0 Entrevista com o Acadêmico de Jornalismo Udson

Udson Pinheiro Araújo concedeu uma entrevista ao colunista (do caderno Cultura) e repórter Alan Nascimento, do Jornal A QUEDA, onde faz abordagens bem contundentes sobre a falta de investimento e incentivo aos próprios alunos-atores do núcleo cultural, da instituição  FECOM-CESMAC.
                         ENTREVISTA
Alan Nascimento - O que você acha que a instituição poderia fazer com relação ás artes na faculdade?
         Udson Pinheiro Araújo – Já temos artistas aqui e seria interessante, um festival universitário de artes. No caso das TVs que foram instaladas no pátio do FECOM- Poderia se colocar matérias da agenda cultural (Produzida pelos estudantes), promover noites culturais, trazendo artistas para faculdade e o Cine-Clube na instituição.
AN- Em sua opinião deveria haver concurso interno para revelar poetas, escritores, e artistas plásticos na instituição?
UPA- É interessante por um lado, pois incentivo a produção cultural, mas, falta um dinamismo maior entre as faculdades, ou seja, uma troca entre as faculdades seria mais interessante e, festivais que não fosse competitivo, priorizassem mais a troca sem competição.
AN- Você acha importante a instituição ter cuidado com essa parte cultural?
UPA- Extremamente importante fomentar essa parte, em crescimento acadêmico e artístico.
AN- Na sua compreensão acadêmica, deveria se criar um núcleo de teatro dentro da instituição?
UPA- Já existe uma extensão em teatro na instituição; e já produziram duas peças: “Calabar” e a outra no momento não me recordam. E que poderia ser expandido para danças, artes plásticas e áudio visual. Material humano tem muito, o que falta realmente é uma comunicação efetiva, com os acadêmicos dentro da faculdade.
AN- Existe verba específica, que a instituição repassa para esse núcleo?
UPA- Existe uma equipe que trabalha com os atores, que são formados por estudantes e pessoal da comunidade; e é importante que ela invista mais e criando outros programas, enriquecendo mais a nossa formação até porque ela é uma fundação filantrópica e esse dinheiro que a gente paga é para ser revertida em qualidade de ensino, além do mais, a instituição não paga impostos e não deveria visar o lucro.

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